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O Futuro da Conservação Está Sentado nas Salas de Aula de Hoje

  • 25 de fev.
  • 1 min de leitura

Este fim de semana, a Mozambique Wildlife Alliance (MWA) fez parceria com a Still Standing - uma iniciativa que combina educação através do desporto, cultura, envolvimento cívico e conservação da biodiversidade - para passar tempo com estudantes de escolas públicas da Cidade de Maputo.


O que mais se destacou foi a curiosidade deles. As perguntas foram incisivas. O envolvimento foi genuíno. Falámos sobre Conflito Homem–Fauna Bravia, sobre as razões pelas quais os elefantes se deslocam, como funciona a telemetria e o que significa monitorizar vida selvagem em tempo real. Mas, para além da vertente técnica, falámos sobre responsabilidade - sobre o facto de que a conservação não é algo distante, que acontece apenas dentro de uma área protegida. Está ligada às comunidades, aos meios de subsistência e à própria identidade nacional.


Através de apresentações, demonstrações ao vivo e jogos interactivos, o objetivo foi simples: tornar a conservação algo tangível. Quando os jovens compreendem como funcionam os ecossistemas e por que razão a coexistência é importante, começam a ver-se como parte da solução.


A educação não é um complemento do trabalho de conservação. É um dos seus investimentos mais fortes a longo prazo. As decisões que estes estudantes irão tomar no futuro - como eleitores, profissionais e membros activos das suas comunidades — irão moldar o rumo da proteção da biodiversidade em Moçambique.


Temos orgulho em colaborar com a Still Standing na construção desta base desde cedo. Porque uma conservação duradoura começa com consciência - e a consciência começa nas salas de aula.



 
 
 

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